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2018



 


Exposição temporária "Os Suspeitos do Costume"


Patente de 07 a 25 de setembro
Local: Galerias da Casa do Artista
Organização: ABAE e Município de Góis/STAC - Posto de Turismo




Góis Recicl'ARTE


O Município de Góis promove, uma vez mais, um encontro de arte sob o tema "Góis Recicl'ARTE". Esta iniciativa encontra-se inserida no conjunto de atividades de educação ambiental organizadas pelo serviço de turismo e ação cultural, do Município, no âmbito da obtenção do Galardão Bandeira Azul 2018, atribuído às Praias Fluviais da Peneda (Freguesia e Vila de Góis) e Canaveias (Freguesia de Vila Nova do Ceira).


A missão deste encontro, pela e através da arte, é promover uma cidadania ativa em torno da temática dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Predefinida a fonte de inspiração, a tela em branco ou os materiais recicláveis serão o ponto de partida para o desenvolvimento de trabalhos que abracem o contexto expresso na agenda 2030 e no conjunto dos ODS.

Góis apelou à participação de todas e todos os artistas, profissionais ou autodidactas, por forma a compor uma exposição coletiva que estará patente ao público na sede da Junta de Freguesia de Vila Nova do Ceira, no âmbito da IV Feira de Produtos Tradicionais, de 29 de junho a 14 de julho, e que seguidamente assumirá o caráter de itinerância pelo concelho.

"Góis Recicl'ARTE" é um convite à tomada de consciência , numa primeira fase, pelo autor da(s) obra(s) e, posteriormente, pela interpretação do(s) visitante(s).



Temática 2018:


tema2018


O MAR QUE RESPIRAMOS

Em 2018, o programa Bandeira Azul vai trabalhar o tema "O Mar que Respiramos", uma vez que, 50% do dióxido de carbono lançado na atmosfera é absorvido pelos oceanos e 70% do oxigénio da Terra é produzido pelo plâncton marinho. O Papel das florestas marinhas é fundamental, são as algas mais pequenas que, literalmente, nos dão o ar que respiramos.

É inegável que as florestas terrestres são fundamentais para os ecossistemas, são habitat de 80% da biodiversidade terrestres e são elas que garantem a água doce de que todos os seres vivos dependem. E, infelizmente, os acontecimentos recentes no nosso país mostraram, da pior forma, a necessidade urgente da sua preservação.

No entanto, se considerarmos que 71% da superfície da Terra é constituída por água e que, há apenas algumas décadas, o Homem conhecia melhor a superfície da Lua do que o fundo dos mares, percebemos porque fomos induzidos numa versão redutora do ciclo do carbono.

Hoje, graças ao despertado interesse científico, conhecemos um pouco mais os oceanos e compreendemos o papel que estes têm numa escala global. Sabemos o quanto eles influenciam o clima terrestre e de que forma as correntes oceânicas têm contribuído para a regulação da temperatura na Terra.

Mas repor a verdade científica não nos deve fazer respirar de alívio. Pelo contrário.

Se à superfície as florestas são vulneráveis a todo o tipo de ameaças, nas profundezas, os grandes pulmões do planeta também estão sujeitos a catástrofes provocadas por mão humana: podemos comprovar que 80% da poluição marinha resulta de atividades terrestres. O plástico que se acumula nos oceanos e se deposita no fundo, por exemplo, é um registo das más praticas ambientais do Homem nos últimos anos. Conta-nos uma história triste de consumo e desperdício a uma grande escala, mas sobretudo mostra o resultado de más escolhas no nosso quotidiano.

Em 2018, procuraremos despertar consciências para a influência que os oceanos exercem em todos os aspectos da vida no planeta, de que forma afectam e são afectados pelas alterações climáticas e o que isso significa a longo prazo. Mas não só. Vamos demonstrar a ligação existente entre ecossistemas terrestres e marinhos e como a vida no mar está tão dependente de pequenos gestos em nossas casas.

O caminho passa pela educação ambiental e pela adopção de comportamentos mais racionais e eficientes na utilização de recursos. Uma educação para a conservação, proteção e melhor gestão, que começa nas nossas florestas e termina no mar. Uma educação por uma sociedade de baixo carbono.

Uma sociedade mais inspirada!

4.º Estilo Ecológico | Desfile de Materiais Recicláveis

30 de abril de 2018 - Casa da Cultura de Góis


desfile


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